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WessIATECNOLOGIA Quero um projeto

Base pública · versão 2026.09

Observatório WessIA: 28 critérios públicos para revisar sites profissionais.

Uma base verificável para transformar “site profissional” em perguntas concretas. O conteúdo abaixo é metodologia própria da WessIA, publicada em HTML, JSON e CSV. Não é uma promessa de ranking e não inventa estatísticas de mercado.

Atualizado em 24/09/20267 dimensões28 critériosJSON + CSV
28critérios documentados
7dimensões de revisão
0estatísticas de mercado sem amostra publicada

Como ler a base

Critério público, evidência identificada e limite explícito.

O padrão organiza qualidade em sete dimensões. Cada critério responde a uma pergunta de projeto e pode ser auditado antes ou depois da publicação. Ele não substitui dados de usuários, Search Console, analytics, testes de acessibilidade ou métricas de negócio; funciona como uma camada de controle para evitar que decisões importantes dependam apenas de gosto visual.

Regra de evidência: case real, demonstração conceitual, dado medido, referência externa e hipótese devem permanecer identificados como coisas diferentes. A base pública existe justamente para tornar essa distinção verificável.

Metodologia

Os 28 critérios por dimensão

Cada item abaixo aponta para o mesmo critério na página metodológica principal, mantendo uma fonte canônica de definição.

Direção

  1. 01 · Objetivo definido: O site precisa ter um objetivo principal observável antes de qualquer decisão de interface.
  2. 02 · Público prioritário: A linguagem, as provas e os próximos passos precisam corresponder a quem realmente decide a contratação.
  3. 03 · Oferta compreensível: Serviço, escopo inicial e valor percebido precisam ser entendidos sem o visitante adivinhar o que a empresa faz.
  4. 04 · Prioridade de decisão: Cada página deve conduzir a uma decisão principal, evitando competir com ações secundárias.

Conteúdo

  1. 05 · Hierarquia de informação: A ordem do conteúdo deve acompanhar as dúvidas reais: contexto, problema, solução, prova, limites e ação.
  2. 06 · Linguagem específica: Afirmações genéricas devem ser substituídas por descrições concretas do que é entregue, para quem e em quais condições.
  3. 07 · Prova identificada: Case real, demonstração, dado, depoimento e hipótese precisam ser identificados corretamente e nunca misturados.
  4. 08 · Ação coerente: O CTA precisa continuar a intenção da página e pedir apenas o próximo passo necessário.

Experiência

  1. 09 · Navegação previsível: Menus, links, âncoras e retornos devem funcionar de forma consistente no desktop e no celular.
  2. 10 · Responsividade real: O conteúdo precisa continuar legível e utilizável em diferentes larguras, orientações e densidades de tela.
  3. 11 · Acessibilidade operacional: Contraste, foco, teclado, nomes acessíveis, zoom e leitura sem barreiras entram no aceite da página.
  4. 12 · Estados de interação: Hover, foco, carregamento, erro, sucesso, campos e botões precisam deixar claro o que está acontecendo.

Engenharia

  1. 13 · Performance: Recursos, imagens, CSS e JavaScript devem ser controlados para reduzir atraso sem sacrificar conteúdo importante.
  2. 14 · Segurança: Cabeçalhos, dependências, formulários, permissões e exposição de dados precisam ser revisados antes da publicação.
  3. 15 · Compatibilidade: A entrega precisa funcionar nos navegadores, tamanhos e dispositivos definidos no escopo.
  4. 16 · Manutenção: Código, assets e integrações devem permitir correção e evolução sem depender de improviso ou acesso oculto.

SEO

  1. 17 · Rastreamento e indexação: Robots, sitemap, status HTTP e páginas indexáveis precisam refletir exatamente o que deve ser descoberto pelos buscadores.
  2. 18 · Semântica e intenção: H1, headings, texto e links internos precisam deixar claro o tema e a função de cada URL.
  3. 19 · Metadados e canonical: Title, description, canonical, Open Graph e diretivas de snippet precisam ser coerentes com a página publicada.
  4. 20 · Dados estruturados honestos: Schema só deve descrever entidades, serviços, artigos, FAQs ou provas que realmente existam no conteúdo.

Medição

  1. 21 · Eventos importantes: Cliques, formulários, WhatsApp e outras ações relevantes precisam gerar eventos identificáveis.
  2. 22 · Origem preservada: UTM e origem de aquisição devem permanecer disponíveis até a conversão, inclusive depois da navegação entre páginas.
  3. 23 · Conversão definida: Visita, clique, conversa, proposta e venda não podem ser tratados como se fossem o mesmo indicador.
  4. 24 · Indicadores ligados ao objetivo: Cada métrica acompanhada precisa responder a uma pergunta de negócio e permitir uma ação posterior.

Publicação

  1. 26 · Matriz de dispositivos: As rotas críticas devem ser conferidas em desktop e celular antes de promover a versão para produção.
  2. 27 · Rollback e preservação: URLs, conteúdo, SEO e arquivos existentes precisam de comparação e caminho de reversão antes de mudanças estruturais.
  3. 28 · Monitoramento pós-publicação: Erros, indexação, conversões, performance e regressões precisam continuar sendo observados depois do deploy.

Distribuição pública

A mesma metodologia em arquivos estruturados.

Os arquivos abaixo repetem os critérios visíveis na página metodológica. Eles facilitam auditoria, importação em planilhas e leitura por sistemas que trabalham melhor com estrutura explícita.

Evolução da fonte primária

Estatísticas só entram quando puderem ser auditadas.

Uma futura edição com amostra de sites brasileiros deve publicar, junto do resultado, o período de coleta, critérios de inclusão, tamanho da amostra, procedimento de medição e limitações. Até lá, esta página publica apenas o que a WessIA pode provar diretamente: sua metodologia, seus critérios e as relações entre suas próprias páginas e evidências.

Ver política editorial →

Perguntas diretas

Como esta base deve ser interpretada?

Os 28 critérios são fatores de ranking do Google?

Não. Eles são um padrão de revisão de projeto. Alguns itens se relacionam a práticas de SEO, mas a lista não representa os fatores internos de qualquer buscador.

Há estatísticas inventadas sobre concorrentes?

Não. A base atual publica a metodologia própria da WessIA. Dados de mercado só devem ser adicionados com amostra, data, método e limitações verificáveis.

Por que disponibilizar JSON e CSV?

Para que a metodologia possa ser conferida e reutilizada sem depender apenas da apresentação visual da página.

Como isso ajuda SEO e GEO?

Ao criar uma fonte primária clara, com entidade, autoria, versão, páginas relacionadas e dados estruturados, a WessIA torna suas afirmações metodológicas mais fáceis de localizar e relacionar. Isso não garante ranking ou citação.

Aplicação prática

Quer usar os critérios no seu próprio site?

Envie o endereço do site para uma análise inicial ou veja como a WessIA estrutura projetos profissionais.

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