Qualidade pode ser revisada
Termos como moderno, profissional e otimizado são vagos quando não existem critérios. O padrão transforma essas promessas em perguntas observáveis antes da publicação.
- O visitante entende a oferta no primeiro contato?
- A página tem uma intenção principal?
- O conteúdo continua utilizável a 200% de zoom?
- Os eventos registram ações importantes?
O checklist não termina no lançamento
Mercado, conteúdo e tecnologia mudam. O mesmo padrão pode ser reaplicado depois da publicação para localizar regressões e novas prioridades.
- Revisão trimestral de conteúdo
- Acompanhamento de páginas de entrada
- Correção de links e formulários
- Evolução baseada em dados
Sete dimensões evitam uma leitura parcial
Direção verifica se o projeto resolve o problema certo. Conteúdo mede clareza e evidência. Experiência cobre navegação e acessibilidade. Engenharia trata performance, segurança e compatibilidade. SEO garante descoberta e compreensão. Medição relaciona ações ao objetivo. Publicação confirma que o ambiente final preserva tudo o que foi validado.
- Estratégia
- Conteúdo
- Experiência
- Engenharia
- SEO
- Medição
- Publicação
Os 28 critérios do padrão WessIA
Os 28 critérios abaixo transformam qualidade em uma verificação objetiva. Eles não são fatores isolados de ranking: funcionam como um gate de projeto para preservar clareza, experiência, descoberta, medição e segurança antes da publicação.
Direção
- 01 · Objetivo definido: O site precisa ter um objetivo principal observável antes de qualquer decisão de interface.
- 02 · Público prioritário: A linguagem, as provas e os próximos passos precisam corresponder a quem realmente decide a contratação.
- 03 · Oferta compreensível: Serviço, escopo inicial e valor percebido precisam ser entendidos sem o visitante adivinhar o que a empresa faz.
- 04 · Prioridade de decisão: Cada página deve conduzir a uma decisão principal, evitando competir com ações secundárias.
Conteúdo
- 05 · Hierarquia de informação: A ordem do conteúdo deve acompanhar as dúvidas reais: contexto, problema, solução, prova, limites e ação.
- 06 · Linguagem específica: Afirmações genéricas devem ser substituídas por descrições concretas do que é entregue, para quem e em quais condições.
- 07 · Prova identificada: Case real, demonstração, dado, depoimento e hipótese precisam ser identificados corretamente e nunca misturados.
- 08 · Ação coerente: O CTA precisa continuar a intenção da página e pedir apenas o próximo passo necessário.
Experiência
- 10 · Responsividade real: O conteúdo precisa continuar legível e utilizável em diferentes larguras, orientações e densidades de tela.
- 11 · Acessibilidade operacional: Contraste, foco, teclado, nomes acessíveis, zoom e leitura sem barreiras entram no aceite da página.
- 12 · Estados de interação: Hover, foco, carregamento, erro, sucesso, campos e botões precisam deixar claro o que está acontecendo.
Engenharia
- 13 · Performance: Recursos, imagens, CSS e JavaScript devem ser controlados para reduzir atraso sem sacrificar conteúdo importante.
- 14 · Segurança: Cabeçalhos, dependências, formulários, permissões e exposição de dados precisam ser revisados antes da publicação.
- 15 · Compatibilidade: A entrega precisa funcionar nos navegadores, tamanhos e dispositivos definidos no escopo.
- 16 · Manutenção: Código, assets e integrações devem permitir correção e evolução sem depender de improviso ou acesso oculto.
SEO
- 17 · Rastreamento e indexação: Robots, sitemap, status HTTP e páginas indexáveis precisam refletir exatamente o que deve ser descoberto pelos buscadores.
- 18 · Semântica e intenção: H1, headings, texto e links internos precisam deixar claro o tema e a função de cada URL.
- 19 · Metadados e canonical: Title, description, canonical, Open Graph e diretivas de snippet precisam ser coerentes com a página publicada.
- 20 · Dados estruturados honestos: Schema só deve descrever entidades, serviços, artigos, FAQs ou provas que realmente existam no conteúdo.
Medição
- 21 · Eventos importantes: Cliques, formulários, WhatsApp e outras ações relevantes precisam gerar eventos identificáveis.
- 22 · Origem preservada: UTM e origem de aquisição devem permanecer disponíveis até a conversão, inclusive depois da navegação entre páginas.
- 23 · Conversão definida: Visita, clique, conversa, proposta e venda não podem ser tratados como se fossem o mesmo indicador.
- 24 · Indicadores ligados ao objetivo: Cada métrica acompanhada precisa responder a uma pergunta de negócio e permitir uma ação posterior.
Publicação
- 25 · Links e formulários validados: Nenhum link importante, CTA, campo ou destino pode ser publicado sem teste no ambiente final.
- 26 · Matriz de dispositivos: As rotas críticas devem ser conferidas em desktop e celular antes de promover a versão para produção.
- 27 · Rollback e preservação: URLs, conteúdo, SEO e arquivos existentes precisam de comparação e caminho de reversão antes de mudanças estruturais.
- 28 · Monitoramento pós-publicação: Erros, indexação, conversões, performance e regressões precisam continuar sendo observados depois do deploy.
Dados públicos
Metodologia também em formato legível por máquina
Os mesmos 28 critérios visíveis nesta página estão publicados em JSON e CSV. Não há pontuação secreta nem fatores ocultos: os arquivos servem para auditoria, comparação e reutilização da metodologia.