1 a 4 — estratégia, objetivo, público e oferta

1. A empresa entende como o negócio ganha dinheiro? 2. Consegue definir o objetivo principal do site? 3. Diferencia público, intenção e etapa de decisão? 4. Organiza a oferta antes de escolher componentes visuais?

Se o processo começa por cor, animação e template sem discutir contexto, existe risco de produzir uma interface bonita que não resolve a decisão comercial.

5 a 8 — SEO, URLs, conteúdo e arquitetura

5. A equipe preserva URLs que já têm sinais? 6. Explica canonical, redirecionamentos e sitemap? 7. Evita criar páginas repetidas apenas para capturar palavras-chave? 8. Consegue desenhar uma hierarquia entre páginas comerciais e conteúdo editorial?

SEO não deveria entrar no final como checklist. Ele influencia arquitetura, nomenclatura, conteúdo, links internos e migração desde o início.

9 a 12 — performance, acessibilidade, segurança e tecnologia

9. O site é testado em celular e desktop? 10. Há cuidado com Core Web Vitals e peso inicial? 11. Acessibilidade básica é considerada? 12. Dependências e integrações são escolhidas com critério?

Uma pilha tecnológica moderna não garante qualidade. O que importa é se a solução entrega navegação previsível, carregamento eficiente, manutenção possível e segurança compatível com o projeto.

13 a 15 — medição, conversão e operação

13. Existe plano para medir formulários, WhatsApp ou outras ações? 14. O caminho de conversão preserva contexto? 15. O site conversa com a operação real do negócio?

Um formulário que gera lead sem informação útil pode aumentar volume e piorar atendimento. O desenho da conversão deve considerar o que a equipe precisa receber para continuar a conversa.

16 a 18 — propriedade, manutenção e prova

16. Está claro quem controla domínio, hospedagem e contas? 17. O escopo de manutenção e atualização é explícito? 18. A empresa mostra trabalhos, processo ou critérios que possam ser conferidos?

Evite depender de promessas como “primeiro lugar garantido” ou “site que vende sozinho”. Prefira evidência técnica, escopo definido e responsabilidades claras.

Como comparar propostas sem olhar só o preço

Coloque lado a lado arquitetura, número e finalidade das páginas, conteúdo, SEO técnico, performance, integrações, medição, suporte e propriedade dos ativos. Duas propostas com o mesmo número de páginas podem ter profundidades completamente diferentes.

A WessIA publica faixas em quanto custa um site profissional, critérios em padrão de site profissional e exemplos em Trabalhos e WessIA Lab.

Sinais de alerta

Desconfie de promessa de ranking garantido, páginas em massa sem justificativa, ausência de plano de migração, dependência de um único canal, orçamento sem escopo e falta de acesso às contas do próprio negócio.

Uma contratação boa reduz incerteza antes de publicar. O site deve ser tratável como ativo da empresa, não como uma peça que precisa ser refeita a cada troca de fornecedor.

Fontes e critérios usados

Este guia segue as orientações públicas do Google Search Central sobre conteúdo útil, organização do site, links internos e políticas contra páginas doorway, keyword stuffing e conteúdo em escala sem valor. As recomendações são aplicadas como critérios de qualidade, não como garantia de posição.

Guia de SEO do Google Search Central · Políticas de spam da Pesquisa Google